sábado, 21 de outubro de 2017

Coleção O AMOR PELAS PALAVRAS | Editora Cintra & ARC Edições






coleção O AMOR PELAS PALAVRAS
Editora CINTRA | ARC Edições

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O AMOR PELAS PALAVRAS | Coleção de livros de circulação exclusiva pela Amazon, criada por Leda Rita Cintra Castelan e Floriano Martins, experiência compartilhada dos selos Editora Cintra e ARC Edições, dedicada a livros de criação literária e estudos críticos sobre arte e cultura. Contato direto com os editores: ledacintra11@gmail.com e floriano.agulha@gmail.com.

LEDA RITA CINTRA CASTELAN | Editora, ensaísta e tradutora. Por vários anos publicou resenhas e críticas em jornais e revistas no Brasil, tais como Jornal da Tarde, Caderno 2 do Estado de S. Paulo, Folha Ilustrada, Leia Livros, IstoÉ, ao mesmo tempo em que traduzia para várias editoras das línguas neolatinas, considerando sua segunda língua o francês. Atualmente se dedica à tarefa de agente literária e dirige seu próprio selo, Editora Cintra.

FLORIANO MARTINS | Poeta, editor, ensaísta, tradutor e fotógrafo. Fundou e dirige a Agulha Revista de Cultura. Estudioso do surrealismo e da tradição lírica hispano-americana, possui vários livros sobre o tema, incluindo traduções de autores como Federico García Lorca, Guillermo Cabrera Infante, Jorge Luís Borges, Vicente Huidobro, Pablo Antonio Cuadra, dentre outros. Atualmente soma a seu trabalho múltiplo a direção do selo ARC Edições.

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 C A T Á L O G O   2 0 1 7

1 | POESIA & TEATRO

As deliciosas peripécias descritas e desenhadas, no século XIX, pelo genial Wilhelm Busch, o criador das histórias-em-quadrinhos, tem sua força justamente no contraste da alegria da Fantasia face à carranca da Realidade. No fim, o Mito é sempre posto em farelos pela realidade prática… Nesta múltipla aventura – do teatro automático à narrativa patafísica –, realizada a quatro mãos pelos poetas brasileiros Zuca Sardan e Floriano Martins, concluímos que quanto mais destroçado o Mito mais força ele ganha e retorna para nos salvar de sermos, simplesmente, uns macacos lógicos e eruditos. Farelos do Mytho é uma das mais requintadas proezas estéticas de nosso tempo, reunindo teatro, narrativa, desenhos, fotografias, colagens em um caldeirão delirante sob a pena satírica de dois poetas.

O poeta Freddy Gatón Arce (República Dominicana, 1920-1994) foi um dos nomes centrais do Surrealismo em seu país. Seja pelos ousados experimentos de escritura automática, seja pela cumplicidade, com outros poetas e artistas, na criação do grupo La poesía sorprendida, que marcou toda uma época, em especial pela edição de uma relevante revista homônima. A inclusão da prosa poética que constitui o livro Vlía na coleção “O amor pelas palavras” é um reconhecimento da importância cimeira deste imenso poeta. O livro, na tradução de Floriano Martins, traz ainda três estudos críticos sobre o poeta realizados por Manuel Mora Serrano, um dos mais destacados ensaístas da República Dominicana. Edição bilíngue, finalmente acreditamos que Vlía tenha a circulação internacional que merece.

Antología de la poesía de Roberto Piva (1937-2010), uno de los más fuertes nombres de la vanguardia en su país, conectado con el surrealismo, la Beat Generation y la grande poesía clásica visceral de todos los tiempos. El libro fue organizado por dos otros brasileños, Claudio Willer y Floriano Martins, y traducido al español por Gladys Mendía. Hace parte de las conmemoraciones de sus 80 años de nacimiento, y la edición fue posible gracias a la confirmación de derechos de autor señalada por Gustavo Benini, confirmación basada en el deseo manifiesto en vida por el mismo poeta.

Aquí presentamos una antología poética del brasileño Floriano Martins (1957), una de las voces poéticas más relevantes de su país. El libro reúne poemas escritos entre 1998 y 2013, en distintas traducciones de Benjamin Valdivia, Blanca Luz Pulido, Federico Rivero Scarani, Gladys Mendía, Juan Cameron y Marta Spagnuolo. Al final podemos leer anotaciones críticas sobre el poeta, firmadas por José Alcántara Almánzar, David Cortés Cabán y Jorge Rodríguez Padrón, respectivamente de República Dominicana, Puerto Rico y España. Floriano Martins, además de poeta, ensayista, editor y traductor ha creado y dirige Agulha Revista de Cultura, destacado periódico de circulación internacional.

El poeta e crítico de artes, argentino, Carlos Barbarito, es un nombre de destaque en su generación, por su actuación crítica, la filiación surrealista y una poética refinada. Ahora tratamos aquí, con la complicidad del poeta, de reunir tres libros suyos, bajo el título general cedido por uno de ellos: Cuaderno de señales. Para que uno tenga en línea un poco de la conciencia de este poeta entrañable, reproducimos fragmento de una nota con que se abre esta edición: “Es muy difícil escribir poemas. Y, lejos de facilitar la tarea, al cabo de cuatro décadas de escribir, siento que la supuesta experiencia no me trae sino más y más dificultad. Alguna vez me propuse dominar el idioma. En vez de dejarse domar el potro sigue siendo salvaje y una y otra vez me arroja de su lomo. Escribir, así lo siento, es andar montado en un caballo nervioso e indomable. Siempre cito a Eliot: … para nosotros el intento… Se amanece con expectativa que el transcurrir del día transforma en desilusión. Pero, ¿qué sería de mí sin la poesía? Anochece y llego al final de la jornada con un poema, dos o tres poemas, que, por un lado, me confortan y, por el otro, me confirman, una vez más, mis serias limitaciones.”

Entre 2013 e 2015 o poeta Floriano Martins e o artista plástico Valdir Rocha fizeram uma série de experiências com a criação: diálogos, interferências, vídeos. Um dos resultados é a trilogia A imaginação estupefata que ora publicamos. O processo de criação consistia na criação de poemas a partir de três séries, de desenhos, gravuras e esculturas. As duas primeiras partes, Lembranças de homens que não existiam e O sol e as sombras foram publicadas em livros individuais, respectivamente em 2013 e 2014. Pela primeira vez agora a trilogia é reunida, permitindo uma clara ideia da voltagem da alteridade alcançada por estes dois criadores.




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2 | FICÇÃO

Esta es una novela mágica, la narración mítica y onírica de alguien que ha enlazado los mundos del sueño y la vigilia, hilando una realidad más allá de toda comprensión de los hechos. Su autor, el poeta y artista plástico Ludwig Zeller (Chile, 1927) es uno de los nombres más importantes del surrealismo, creador de una obra muy vasta y relevante, un capítulo especial dentro de las vanguardias del siglo XX. Río Loa es la tierra que nadie puede devastar, el hogar mítico de los sueños, la casa salvaje de los tesoros de la aventura humana. Como leemos en el cierre de la narrativa: “son los secretos escondidos en el desierto que no logra callarse cuando sobre la arena se arremolina el viento”.

Este é um mágico e singular volume de narrativa curta de autoria de Alfonso Peña. Originalmente publicado em 1997, contou até o momento com quatro edições impressas, tanto na Costa Rica quando no Brasil, países respectivamente do autor e do tradutor. É narrativa singular e mágica pela tessitura de seus enredos e pela constituição de personagens que dão à leitura uma dinâmica fascinante. Alfonso Peña é autor de outros livros, seja de narrativa, colagens, entrevistas. Destaca-se atualmente – uma atualidade que vem desde a fatia final do século passado – como o mais consistente e frequente ativista cultural de seu país. A presente edição é a primeira bilíngue, e inclui ainda, ao final, alguns textos críticos que circularam na imprensa por ocasião das edições anteriores.

O romance A muralha de Adriano explora de forma profunda, metódica e coesa  nossas barreiras em um mundo globalizado em que nunca foram tantas as muralhas, tais como as individuais, nossos medos, preconceitos e impedimentos morais. Em uma densa narrativa, Menalton Braff expõe, sobretudo, a falsa moralidade, bem como as barreiras sociais que dividem os seres humanos em grupos de pouca ou nenhuma comunicação.  A muralha de Adriano recebeu, entre outros, os prêmios Jabuti e Portugal Telecom, além de ter sido finalista do Prêmio São Paulo de Literatura 2008, na categoria "Melhor Livro do Ano de 2007". Recebeu também a Menção Honrosa no 50º Prêmio Casa das Américas (Havana), versão 2009.

Indígenas, sob diferentes denominações, existem em todos os continentes quando os consideramos como os primeiros habitantes e seus descendentes e, seres universais, como todo escritor, divulgam saberes ancestrais que falam de homens, lendas e entidades . Isso fica muito evidente neste volume, em que escritores de diversas etnias indígenas do Brasil expõem seu saber em linguagens nem sempre idênticas, porque a geografia os separa, e quando até mesmo a grafia os diferencia, tradutores que são da linguagem oral que sempre os marcou e ainda hoje chega até nós, leitores, no embalo encantatório de suas frases poéticas que reúnem ao cair da tarde nas aldeias, velhos e moços e  crianças para ouvir esses grandes contadores não de casos, mas de histórias que vivemos desde que o mundo é mundo e que passam pela ótica de cada ser vivente, em cada etnia que habita o universo. São escritores premiados alguns, outros mais recentes, mas todos de inegável qualidade literária, por isso todos reunidos nesta antologia que esperamos  encante os leitores das cidades no conhecimento dessa parte do universo até aqui tão pouco difundida. Escritos Indígenas  foi publicado também na revista Matérika da Costa Rica, sob a direção do escritor Alfonso Peña, e traduções para publicação impressa estão sendo preparadas na Colômbia e na França.

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3 | ESTUDOS CRÍTICOS

Jorge Luis Borges integra o cânone das mais altas expressões literárias do século XX. Poeta, narrador e ensaísta, exímio conferencista e, como o comprova o presente livro, um entrevistado sagaz, inventor do personagem Jorge Luis Borges. Aqui se encontram reunidas uma série das 15 mais relevantes entrevistas que deu, no período de 1964 a 1985, por ocasião de suas viagens a diversos países. Edição raríssima, e única no que diz respeito à oportunidade de leitura dessas conversas, o livro dispõe também de uma tiragem artesanal, em dois volumes, realizada em 2013 pelas Edições Nephelibata.

El libro, en sus 756 páginas, recurre el imaginario lírico de Latinoamérica, registrando los aspectos más esenciales de la creación a través de sus principales voces poéticas. El brasileño Floriano Martins conversa con 55 poetas de 20 países latinoamericanos en diálogos que suman casi tres décadas de aventura intelectual. Originalmente editado, en dos tomos, por la Fundación Editorial el Perro y la Rana (Venezuela, 2009), Escritura conquistada es un mapa indispensable a todos que se interesen por la dimensión poética de Latinoamérica.

Invenção do Brasil, do brasileiro Floriano Martins, poeta e ensaísta, é um volume que reúne ensaios e entrevistas cujo tema central assume a ousadia de propor justamente o que se anuncia no título, a invenção de um Brasil que seja fruto de uma arte e uma cultura com a grandeza incontestável que caracteriza o país, embora sob o manto da invisibilidade, grandeza tomada de assalto pela superficialidade do que circula com ares de oficialidade. O livro trata das mais variadas questões envolvendo diversos gêneros artísticos, além de aspectos estratégicos, como direção de revistas, curadoria de exposições, entraves burocráticos etc. O livro é, portanto, um desafio ao leitor, para que, no fim desta viagem, invente o seu próprio Brasil.

O crítico de artes, brasileiro, Jacob Klintowitz (Porto Alegre, 1941) é um dos intelectuais mais atuantes no país, além de possuir obra dotada de espantosa singularidade, seja pela extensão como pela luz que incide sobre o objeto de todos os seus estudos. Escreveu sistematicamente para órgãos de imprensa como Tribuna da Imprensa, O Estado de S. Paulo, Jornal da Tarde, revista Isto É, tendo sido redator e crítico de arte da TV Globo. Foi curador do Espaço Cultural Citi, assim como conselheiro do Instituto Lina Bo e Pietro Maria Bardi e do Museu Judaico de São Paulo. Vice-presidente do Instituto Anima de Sophia, ganhou por duas vezes o prêmio Gonzaga Duque, da Associação Brasileira de Críticos de Arte. Com uma bibliografia que chega a 174 títulos publicados, escreveu sobre artistas e temas os mais variados e consistentes de nossa cultura. Tratados de Harmonia reúne estudos preciosos e reveladores sobre a obra de destacados artistas brasileiros: Antonio Bandeira, Arcangelo Ianelli, Claudio Tozzi, Henrique Léo Fuhro, Inos Corradin, Israel Pedrosa, Ivald Granato, Marcello Grassmann e Rubens Matuck.

O cubano Carlos M. Luis (1932-2013) foi certamente o mais notável estudioso do surrealismo na América Hispânica. Quando ainda residente em Cuba, integrou o grupo em torno da revista Orígenes, fundada por José Lezama Lima. Ao passar a residir em Miami, ali dirigiu Cuban Museum of Art and Culture. Horizontes del Surrealismo reúne a totalidade de seus ensaios dedicados ao surrealismo, abrangendo ambientes plástico e poético, e investigando os mais destacados momentos deste importante movimento do século passado, tanto na Europa quanto na América. Abre o livro uma entrevista com o autor, onde trata de iluminar todas as áreas de sua pesquisa.

Intuiciones y obsesiones – Crónicas de una vida interesante es un libro de viajes. Su autora, Susana Wald, ya ampliamente conocida como artista plástica, logra un tipo singular de cartografía existencial, de sus viajes por el tiempo y el espacio, dentro y fuera de sí misma. Nacida en Hungría, ha vivido en Argentina, Chile, Canadá y México, y convivido con la eclosión y confirmación del Surrealismo en estos países todos. Así que el libro, un río inagotable de relatos, es su cuaderno de memoria, la piel sagrada en que evoca la crónica de una existencia febril e intensa. Su lectura, por supuesto, llevará al lector por un mundo de colores mágicos, lleno de aventuras.

El de la artista Susana Wald es uno de los nombres más destacados internacionalmente en la plástica surrealista. Pintora, muralista, pensadora, traductora, es una mujer muy activa y su reconocida labor desde décadas acompaña actividades en sus residencias en Chile, Canadá y México. Mano a mano con su pareja, el poeta Ludwig Zeller, ha realizado obras en colaboración, así como producido exposiciones y editado revistas. Este libro, escrito por el poeta y ensayista brasileño, Floriano Martins, expresa su diálogo con la artista, y conjunta ensayo y entrevista, en un tomo revelador de muchas singularidades de la obra plástica de Susana Wald.

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4 | MISCELÂNEA ATREVIDA

Zuca Sardan (1933) destaca-se como a máxima expressão do Collège de Pataphysique no Brasil. Antiga sociedade fundada em Paris em meados do século XX, baseada na ironia, na sátira e no humor negro, é uma corrente antiacadêmica a toda prova. Tendo por mago regente o Doutor Faustroll, personagem criado por Alfred Jarry, o termo surge da contração da frase “epí ta metá ta physiká”, que significa: o que está ao redor do que está além da física. Com quase 30 livros publicados, Zuca Sardan, para manter o espírito patafísico, semeou edições quase sempre de pequena tiragem e por editoras fora de mercado. Este livro, Eccolequá, reúne textos dispersos, perdidos, raros – teatro, poema, prosa, desenho –, em edição empenhada de trazer novamente à luz um dos mais importantes nomes da tradição lírica brasileira.

Este livro reúne três volumes preparados por Floriano Martins para a Sol Negro Edições: III novelas exemplares & 20 poemas intransigentes (2012), Tremor de céu (2015, edição bilíngue) e Traduções do universo (este ainda inédito). Os três livros são uma viagem singular pela poética e devastadora imaginação do chileno Vicente Huidobro (1893-1948), uma das máximas expressões da tradição lírica latino-americana. Nesta viagem o leitor encontrará uma mescla reveladora de ensaios, manifestos, conferências, poemas, prosa poética, além de uma rara entrevista concedida pelo poeta e as três novelas automáticas que escreveu, a quatro mãos, com o alemão Hans Arp. Volume indispensável para aqueles viajantes que, como o próprio poeta chileno, adoram se entregar às correntezas da Poesia.

Este livro reúne alguns dos mais relevantes ensaios de Aldo Pellegrini dedicados ao Surrealismo, juntamente com a totalidade de sua prosa poética e uma breve seleção de poemas em verso. O argentino Aldo Pellegrini (1903-1973), destacado poeta de língua espanhola, foi o mais importante crítico, difusor e tradutor do Surrealismo em todo o continente americano. Crítico de artes e editor de valiosas revistas, seu nome está ligado a momentos inestimáveis da história da cultura em seu país. Tradutor da obra completa de Lautréamont e dos manifestos do surrealismo, Pellegrini foi também organizador da primeira antologia de poesia surrealista de língua francesa em todo o mundo. Os textos aqui reunidos foram, a seu tempo, publicados em edições artesanais pela Nephelibata Edições e Sol Negro Edições, respectivamente em 2010 e 2013.


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VÍDEO PROMOCIONAL | (clique) 

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

ARC Edições – Catálogo 2013-2017



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LIVRO
AUTOR
ANO
COMPRA
LEMBRANÇA DE HOMENS QUE NÃO EXISTIAM
FLORIANO MARTINS | VALDIR ROCHA
2013
EM SILÊNCIO
FLORIANO MARTINS | VIVIANE DE SANTANA PAULO
2014
OVERNIGHT MEDLEY
FLORIANO MARTINS | MANUEL IRIS
2014
A VIDA INESPERADA
FLORIANO MARTINS
2015
MAR ANTERIOR
SERGIO CAMPOS
2015
REPENTES
VALDIR ROCHA
2015
ABRAXAS
CIRCO CYCLAME
FLORIANO MARTINS | ZUCA SARDAN
2016
CONFISSÕES DE UM ESPELHO
CRUZEIRO SEIXAS
2016
O ILUMINISMO É UMA BALEIA
FLORIANO MARTINS | ZUCA SARDAN
2016
UM NOVO CONTINENTE
FLORIANO MARTINS
2016
A GRANDE OBRA DA CARNE
FLORIANO MARTINS
2017
VALDIR ROCHA E A PERSISTÊNCIA DO MISTÉRIO
FLORIANO MARTINS
2017

ABRAXAS | Loja

ARC Edições
Agulha Revista de Cultura
Fortaleza CE Brasil




terça-feira, 4 de julho de 2017

A GRANDE OBRA DA CARNE, de Floriano Martins



FLORIANO MARTINS | A grande obra da carne
ARC Edições | Fortaleza, 2017




Capa & vinhetas © Floriano Martins
Desenhos do capítulo central © Zuca Sardan
Desenho de FM orelha © Adriel Contieri
Revisão & projeto gráfico © Floriano Martins e Márcio Simões
Agradecimentos especiais a Valdir Rocha e Lidia Lobello
Brochura, 160 pgs | Formato 14x20,5 cm
Tiragem: 100 exemplares



R$ 45,00 (quarenta e cinco reais, frete incluso)


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Desde cedo o tríptico me desperta atenção. Igualmente a suíte. Aos poucos fui percebendo que meus grandes mestres sempre foram renascentistas. Não os poetas, mas antes os compositores e artistas plásticos. Eu ambicionava trazer para o poema aquelas estruturas. Este truque alcançado cria uma astuta miragem: o plano épico.  Na montagem das suítes eu recortei diversas formas poéticas: tercetos, sonetos, odes, provérbios, prosa poética, aforismos… A grande obra da carne é uma soma dessa fonte de ilusionismos. Sua estrutura também revela distintos comportamentos da linguagem poética: extensa suíte, atípico enredo teatral, biografia psicografada. Como todos os meus livros, também este reflete minha natureza andarilha, o que inclui as colagens e vinhetas que atrelo ao sumo dessa aventura criativa. Graças à cumplicidade milenar descoberta com Zuca Sardan, eu tratei de lhe pedir que desenhasse retratos dos cinco personagens que compõem o capítulo central, que empresta nome ao livro. Perambularam comigo, em minha carroça de cigano, Nise da Silveira, Chico Anysio, William Blake e os fantasmas de todos os criadores mencionados da primeira à última página. Não há aventura mais íntima e intensa do que a criação. Quero aqui dedicar a todos nós umas palavras de Federico Fellini, pelo tanto que se encaixam em minha visão de mundo: Sinto a responsabilidade de não enganar, de não contentar-me, de testemunhar, com uma rigorosa aplicação dos instrumentos expressivos de que disponho, a loucura na qual de vez em quando me encontro. Não renunciar ao rigor: a cor, a luz, a perspectiva justa no momento justo. Sem com isto esquecer que a expressão artística tem também um aspecto lúdico: propondo uma visão das coisas, mostrando aos outros um momento meu de bom ou mau humor, convido sempre ao jogo da fantasia. Fellini é um de meus poetas preferidos. A grande obra da carne é um tríptico repleto de truques alquímicos que sigo descobrindo, sempre alheio à intransigência das classificações. Abraxas

FLORIANO MARTINS
[Texto de orelhas do livro]





  
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Pedidos para o território nacional através de e-mail a
informando endereço completo para remessa de exemplar e anexando confirmação de depósito no valor de R$ 45,00 (quarenta e cinco reais) em favor de

FLORIANO BENEVIDES JÚNIOR • Banco BRADESCO
Agência 3456-8 • Conta corrente 17920-5 • CPF 169.613.313-00

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quinta-feira, 30 de março de 2017

UN POCO MÁS DE SURREALISMO NO HARÁ NINGÚN DAÑO A LA REALIDAD, de Floriano Martins

FLORIANO MARTINS | Un poco más de surrealismo no hará ningún daño a la realidad
UACM Universidad Autónoma de la Ciudad de México | México, 2015



Tiragem: 1000 exemplares
Capa © Ludwig Zeller & Susana Wald
Brochura, 426 pgs | Formato 14x20,5 cm


$ 30 (trinta dólares, frete incluso)
R$ 45,00 (quarenta e cinco reais, frete incluso)








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Hay que aplaudir sobre todo la arquitectura de este libro y la forma como crecen sus capítulos en la medida que avanzamos, como si formaran una afortunada espiral. La selva bibliográfica así lo confirma: una riqueza sin proporción, atenta a las grandes líneas de los temas consagrados, igual que a los más diversos e interesantes aspectos capilares. Floriano Martins alcanza la dimensión casi impenetrable del presente, con sus antenas abiertas a las hojas de vida breve y una zona variable y viscosa de esto que hoy conocemos como blogosfera. Pero ahí no encuentra motivo  para abandonar la diacronía, tampoco se pierde en medio de concepciones historicistas; siempre se basa en una fuerte historiografía.
Martins es uno de los nombres cruciales en la comprensión de las culturas de América Latina. Muy pocos en el continente poseen un tránsito físico y mental como el suyo por las latitudes de este nuestro viejo Mundo Nuevo. Su aventura espiritual bebe en la fuente de José Martí y sueña con una profunda integración poética marcada por el estatuto de la emancipación. Este libro fue escrito por un poeta de fuerte aliento y vigoroso ensayista, además de un artista plástico que no separa la instancia crítica de la creación.

MARCO LUCCHESI
[Poeta, ensaísta, tradutor | Academia Brasileira de Letras]





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